Monday, March 30, 2026

O ANO QUE FAREMOS CONTATO COM O ELO PERDIDO

RELEASE ANO QUE FAREMOS CONTATO COM O ELO PERDIDO – Fantástica Ficção de Silas Corrêa Leite "As imensas distâncias até as estrelas e as galáxias significam que todos os corpos que vemos no espaço estão no passado, alguns deles como eram antes que a Terra viesse a existir. Os telescópios são máquinas do tempo. Há muitas eras, quando uma galáxia primitiva começou a derramar luz na escuridão circundante, nenhuma testemunha poderia ter adivinhado que bilhões de anos depois blocos remotos de rocha e metal, gelo e moléculas orgânicas se juntariam para formar a Terra; nem que surgiria a vida, ou que seres pensantes evoluiriam e captariam um ponto dessa luz galáctica, tentando decifrar o que a enviara em sua trajetória. Depois que a Terra morrer, daqui a uns 5 bilhões de anos, depois que for calcinada ou tragada pelo Sol, surgirão outros mundos, estrelas e galáxias, e eles nada saberão de um lugar outrora chamado Terra". Carl Sagan, Pálido Ponto Azul, cap. 2 - Aberrações da Luz. O mundo já acabou outras vezes, ou pelo menos com quase todos morrendo, a pequena porção de seres que restou teve que recomeçar tudo de novo, novos ares, novas águas, novas espécies, novas bactérias, parasitas, a natureza selvagem do humano aflorada, e daí reposto o estoque de seres, essas sementes de “gentehumana” que depois legariam os seres humanos diferenciados, monstruosos. Tudo de novo, tudo outra vez, a espécie humana nunca aprenderá? O mundo de novo um caos, o pouco humano que nos resta é odiento; triste e podre Era, sujos arremates de humanos; ainda estaremos aqui, sim, mas, por quanto tempo? Quem nos salvará de nós, nos protegerá de nosotros, bisonhos, bizarros? Como na literatura, o inferno mora no desfecho? Silas, de novo, numa obra de novo diferenciado, e então assustadora, diz de apocalipse meio armagedon, meio catástrofe, onde tudo perdeu o viço, o humano em nós, as religiões, os restos de potências, o caos, terremotos, canibalismos, tragédia, e os que restarão putrefetados ornarão a nova espécie humana muito além da chamada nova desordem economia mundial. Salve-se quem puder. Asteroide, cometa, a caminho da terra. O escritor premiado em verso e prosa, destrincha atos e fatos, de vulcões, impactos, terremotos, suicídios, nem igreja, nem potências. Não há como evitar. Que parte somos em acertos e culpas desse elo perdido, em impacto final? Ano 3.333. Mais de mil anos depois do cataclismo que destruiu noventa por cento da população da Terra, quando os mutantes que sobreviveram no espaço-resíduo contaminados, com DNAS alterados, verdadeiros monstros estéticos e corpóreos, preferiram, na sua maioria, estarem mortos. Afinal, nunca darão ovos-células de continuação igual, inteira e perfeita, mas se multiplicarão cada vez mais alterados, feito ciborgues incompletos, feito zumbis com chips contaminados, verdadeiras aberrações reformatadas da espécie dizimada; cada vez mais bisonhos, mais bizarros, mais animalescos. A Terra já passou por um aquecimento antes e quase nada sobreviveu... O ANO QUE FAREMOS CONTATO COM O ELO PERDIDO é isso: “Um dia você acorda e liga a internet chipada de pulso, ou conecta a pandimensional tv de bordo alocada nos seus óculos 360-G, e quase cai morto com as manchetes em alto relevo radioativo em todos os veículos pan-estelares de notícias cósmicas. A civilização dita humana vai ser extinta. Será o impossível? Um blefe, um fake, um vírus pior do que o Cavalo de Troia, ou um erro de programação de infovias que foram corrompidas? Entre o orgânico café matinal e o aparelho de barbear invisível que arruma sua face tensa, corada, nervos à flor da pele, o susto, o medo, e um desespero, pois, parece que não haverá uma invasão de marcianos, mas um meteoro ou asteroide veio ligar o elo perdido do homo cibernéticos e internéticos com o fim de toda a espécie, o planeta água, como de vezes anteriores, sem arca de Noé, sem nave de evacuação; será destruído com o impacto fatal. Onde já se viu isso? Você não quer acreditar. Que preço todos pagarão, sem nenhum inocente no contexto universal todo? E os anjos, a Bíblia, os santos, as religiões, Jesus, Deus, Buda, Alá? Que salvação haverá? E a poderosa ciência de última geração, a América cloaca das estrelas de sangue, poderosa, e a China, a Índia, a Austrália, as Coreias Unidas, e o Brasil Sociedade Anônima? Você não quer cair em si. Desespero. Perdição. O autor trabalha essa ideia de fim, de medo-rabo, de desespero, e coloca minhocas atômicas na cabeça do leitor. DNA-Darwin não abandona, ou o Diabo mora no desfecho. Bombas? Fome? Lixo, Água? Apertem os parafusos. Embarquem nessa imaginação amarrada no espaço, dentro do reino da estupidez no manto diáfano da fantasia. O que você é? Ou você já está no piloto automático, e a sua zona de conforto é um inferno? Olhe para cima, antes, olhe-se. Você vê alguma coisa que preste nesse planeta?” No livro FÚNEBRE NÉVOA, por exemplo, Gabriel Dantas Romano, nos diz: “A humanidade entrou numa nova era de degradação climática e ambiental que nada mais é do que a degradação das próprias condições que garantem nossa existência(...). A crise sanitária demandou um esforço planetário para ser superada(...)”. Pois o romance fantástico O ANO QUE FAREMOS CONTATO COM O ELO PERDIDO, de Silas Corrêa Leite, escritor premiado em verso e prosa, registra e alerta, purga, fermenta, evoca, também feito um prelúdio apocalíptico em literatura do planeta terra à beira do fim, tal a degradação. Que mutantes feito zumbirionetes herdarão a terra devastada? Ainda estamos aqui? Ô raça! Olhe para o céu, olhe para terra, olhe para você mesmo. Você vê alguma coisa para salvar, algum motivo, alguma razão? Algum norteamento ético-humanista de que a espécie merece ser chamada de civilização? Que mutantes herdarão o novo inferno no que restar da terra após a hecatombe do gran finale? Melhor morrer antes? Muitos serão chamados e poucos escolhidos. Ou, como diria o poeta Leonardo Miranda, in, UMA LUZ PARA O FIM DO MUNDO: “Um grande objeto reluzente se aproximava da Terra. Os cientistas o definiram como um grande asteroide carregado com algum tipo de energia. A informação acabou vazando e, além disso, o objeto passou a ser visível para telescópios espalhados por todo mundo, inclusive para equipamentos amadores/. Na medida que a data da colisão se aproximava, as notícias sobre o provável fim do mundo aumentavam e a especulação era cada vez maior. Missões espaciais não poderiam se aproximar do objeto, pois ele se movia a uma velocidade muito além da alcançada por naves humanas. Vários misseis foram disparados, mas explodiram antes de atingir o misterioso alvo/. Com o passar do tempo, todos sabiam que a destruição do mundo era irremediável e a sociedade como a conhecemos se tornou insustentável. As leis passaram a ser totalmente ignoradas e a economia entrou em colapso, reconfigurando a geopolítica mundial em um contexto completamente bélico. Guerras civis e entre nações até então amigas se tornaram comuns em todo globo. Inúmeras explosões nucleares reduziram drasticamente a população mundial, dizimando cidades e ecossistemas inteiros/. No dia do impacto, quando o planeta estava praticamente desabitado, os sobreviventes vivenciaram toda a angústia de descobrir que o objeto não passava de uma nuvem de poeira cósmica. Um fenômeno desconhecido que ao passar por nosso planeta iluminou, com uma cor nunca antes vista, toda a destruição causada pela magnitude da ignorância humana”. Por fim, "Seres efêmeros!//O que somos?//O que não somos?//O homem é o sonho de uma sombra"// (III Pítica, Anos 95-97 d.C/) BOX https://namibiaeditora.com.br/.../a-ano-em-que-faremos.../ www.silascorrealeite.com/ E-mail: poesilas@terra.com.br

Friday, January 30, 2026

ROCK GROSELHA. INÉDITAS LETRAS DE AFINS DE CAZUZA

Release Letras inéditas e supostamente de CAZUZA, em achadas criptografadas na Nuvem, textos decodificados e trazidos aqui no livro ROCK GROSELHA, do premiado escritor Silas Corrêa Leite -Você não vai acreditar, CAZUZA vive. Letras de rocks, cazuzinhos, blues e Mbps, que se o Frejat conhecer e sacar cem por cento vai sentir o alto estilo e padrão Cazuza de qualidade, e vai querer colocar harmonias, melodias, ritmos e arranjos peculiares, para revigorando cantar Cazuza. Fragmentos de diário imaginário em prosa e verso que têm tudo a ver, a ler, e cantar com arranjos próprios de evocar e homenagear Cazuza em alto estilo top musical. Supostamente baixado de uma nuvem estrambólica “ ROCK GROSELHA , Fragmentos de Diário Imaginário do CAZUZA” (Letras e Rocks Afins), secreto arquivo descriptografado (ou vice-versos), apresenta pensadilhos, pensagens de Cazuza, num ser, permanecer, estar e continuar que não teve conserto, mas pelo menos tem concerto. Letras ao seu estilo e estalos, aqui e ali viajando na maionese do ácid rock; que deixou seu legado e que fez da bossa nova rock and rol lupicínica e emepebelizou seu pensar/sentir/criar num moinho de contestações, mostrando também a sua cara e coragem. Cazuza foi único. E suas criações ainda reverberam mundos e fungos. O autor, deste livro único no gênero, Silas Corrêa Leite, que o traduziu e por assim dizer o reescreveu no mesmo timbre e tons e tais, curtindo o inventário de inventariar o fazer poético, aqui destilando orquídeas murchas em zonas de desconforto. Nem sempre se vê lágrimas no escuro, cantou o Lobão. Deve ser isso de Cazuza ser único e potente no que deixou de sua sina feroz de sacar, investir, criar e registrar focos de insanidades sociais. Por essas e outras, ROCK GROLSEHA pondo fogo nas cortinas para abrir-se novamente o espetáculo que tem que continuar, custe o que custar. E assim ferir de presença as ausências que fazem parte do show de amar e reverenciar, e reverberando evocar CAZUZA em artes. O Projeto de LIVRO: ROCK GROSELHA, Fragmentos do Imaginário Diário Secreto de Cazuza – Resumo “Cazulando” – Casulo/Cazuza “O tempo não para” - Cazuza O artista CAZUZA foi aquele roqueiro que jamais compreendemos; o homem que jamais conhecemos inteiramente enquanto qualquer uma coisa ou outra. Nem direito sacamos as verdades e as mentiras de sua perigritante ‘vidamorte’. As músicas que ele fez pra nós, que jamais esqueceremos e que soarão para sempre, sempre tão atuais, modernas, instigantes, inteligentes, e mesmo as letras com críticas, de zoação, de ataque, de filosofia pura e simplesmente contra todas as baratas hipocrisias sócio-patogênicas, aqui algumas delas “deliradas” em fragmentos que de uma forma ou de outra deliberam bem o perfil do grande pop star ausente CAZUZA. O cantor que com sua voz desafinada aprontou todas, botando lenha na fogueira da vida de tantas vaidades e incompletudes. Foi um afortunado que riu de sua própria origem e meio, transformando seu inferno infinito e particular em portentoso acid rock. O bicho grilo virando porra-louca. O apocalíptico cavaleiro da alegre figura detonando parasitas, embustes, traumas e neuras em fragmentos e matizes de desvairados inutensílios, aqui enlivrados em prosa, verso e letras. CAZUZA que detonou a MPB desbaratinada, retraduziu o rock pauleira de adrenalina em afrobrasilis-lupiscínico, deu seus saltos, regurgitou, gritou e botou todo mundo para dançar ao seu ligeirinho jeito esquisito e louco, botando seu bloco na rua e atirando o pau no guarda. Quer mais? Nosso ícone de rock tupiniquim em safra boa morreu de overdose de sexo, drogas e rock and roll. Já pensou? Novas gerações dançam ao ritmo de CAZUZA. Lutando contra as misérias do cotidiano (Caetanear, por que não?), brigando contra suas próprias raízes, recorreu ao escárnio, ao deboche, à sátira, à ironia, e à própria detonação do status quo dos podres poderes de uma sociedade-cloaca, hipócrita, pústula. CAZUZA falou pelos cotovelos, amou por todos os poros, cantou as amarguras de seu bizarro tempo tenebroso, sacando desde logo e precoce que berrar é humano. Lutou contra a vaca profana da burguesia que fede. Lutou contra todas as regras-vômitos, as normas de rigor formol, em ritmos e tons e tais, e viveu intensamente (e corajosa-mente) a mil por hora em tão pouco tempo no palco iluminado que foi sua existência. Por fim, lutando contra a terrível doença fatal que o vitimou na sua loucura viral, viu a cara da morte, lutou contra ela. A sua própria vida-livro aberto uma verdadeira guitarra destrambelhada fazendo chover no piquenique (Saravá Paulo Leminski), quando se viu, já era, fui. Um extraterrestre entre nós, numa existência vulcão, cometa? Aqui nesse projeto de livro as malversadas pinceladas imaginárias (e “imarginálias”) em fragmentos dessa fera ferida que radicalizou tudo, o amor, o sexo, a música. O homem que enfrentou a morte de cara lavada, porque, afinal, de uma forma ou de outra, o tempo não para e, sorry Rock Groselha, CAZUZA ainda vive. Talvez tudo isso dê uma opera rock. A vida não tem conserto. Mas com CAZUZA pelo menos tem concerto. Silas Correa Leite E-mail: poesilas@terra.com.br COMO COMPRAR O LIVRO https://kotter.com.br/loja/pre-venda/rock-groselha-fragmentos-de-diario-imaginario-do-cazuza/